9 de julho de 2010

Foi o maior amor que já senti na vida. Lembro até hoje de uma sensação muito absurda da época: todas as vezes que o metrô parava na estação próxima ao cortiço em que ela morava, eu sentia uma bola de fogo tão grande no peito que eu pedia a Deus: " Não me deixe morrer antes de vê-la só mais uma vez".

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